Encontro com o Medo – Kay Hooper
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Para ser franco não gostei muito deste livro. Talvez por ter uma vertente paranormal, talvez por eu ter passado por um período onde o cansaço predominava, talvez por andar a pensar noutras coisas que não me deixavam concentrado na leitura, enfim… foi um livro que não me marcou muito.
O livro retrata a história de vários crimes que vão acontecendo numa pacata cidade norte-americana, chamada Venture. Uma unidade secreta do FBI de investigação paranormal tenta resolver o mistério, estando inclusive alguns dos seus elementos em perigo.
A obra de Kay Hooper, não deixa de ser um policial, mas um pouco diferente dos policiais ditos “normais”. É um pouco “rebuscado” para o meu gosto, onde existem pessoas que têm visões de pessoas mortas, outras que sentem os poderes paranormais das pessoas tocando apenas nelas, outras que vêem o que estará para acontecer através dos sonhos, …, enfim um sem número de acontecimentos “do outro mundo”.
De referir que o livro faz parte da série (trilogia) Bishop/Special Crimes Unit publicado em Portugal.
Apenas para apreciadores.
(50)% Suficiente -
Tags: Crime, Paranormal, Policial, Thriller
O Lado Selvagem
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Into the wild
Um dos melhores filmes que vi ultimamente.
Recomendo a todos…
Tags: cinema, Filmes, Natureza, Sociedade
Porto Rally Roadshow
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Estive lá!!!
Deu para matar as imensas saudades que eu já tinha de ver os “bólides” de rally. “A long time ago” que eu já não via “in loco” os Fords, os Citroen, etc.
Foi no Porto, na Avenida dos Aliados, que vi o Hirvonen, o Latvala, o Loeb, o o Sordo, o Armindo, o Fiesta do Bernardo Sousa, etc, a fazerem piões, a darem saltos,… Enfim, foi uma tarde de Domingo em cheio!!!
Tags: Citroen, Ford, Motores, Porto, Rally
Gerês
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Na semana que antecedeu a Páscoa passei uns diazinhos na serra do Gerês.
Sítio excelente para fazer grandes caminhadas e assim usufruir do esplendor da Natureza. Só que não deu para explorar muita coisa, isto porque foram pouquinhos dias e o clima esteve horrível. Deu no entanto, para descansar e para verificar que de facto a serra do Gerês é muito bonita e tem muita coisa para ver.
Sendo assim, espero lá voltar em breve.
Locais por onde passei:
Terras do Bouro
São Bento da Porta Aberta
Barragem de Vilarinho das Furnas
Campo do Gerês
Braga
Barcelos
Vila Verde
Amares
Tags: Caminhadas, Casa do Cavacadouro, Férias, Gerês, Terras do Bouro
O Braço Esquerdo de Deus
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Já li.
Primeiro livro de uma trilogia de Paul Hoffman, que conta a história de um rapazinho chamado Thomas Cale. Cale foi levado para o Santuário dos Redentores ainda em criança, submetida durante anos ao brutal regime dos Redentores, cuja crueldade e violência têm apenas um objectivo – servir a Única e Verdadeira Fé. Revela-se um rapaz estranho e reservado, engenhoso e fascinante. Está tão habituado à crueldade que parece imune a ela, demonstrando poderes sobrenaturais tanto ao nível físico como ao nível intelectual para a idade que tem.
No fim do livro é desvendado um segredo, algo semelhante com o segredo de Fátima, onde toda a história é desvendada, ou talvez não, já que o livro tem continuação. Sendo assim, fico à espera da sequela deste bom livro de Paul Hoffman.
Até já Thomas Cale…
Vejam aqui o trailer do livro.
Bom- (70%)
Tags: Anjo Negro, Cultura, Fantástico, literatura, Livros, Paul Hoffman
Catarina de Aragão, A Princesa Determinada
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Philippa Gregory
E já está! Está lido mais um livro da Philippa Gregory sobre o reinado Tudor. Tal como os outros livros da autora, este também é bastante interessante. Retrata um pouco da vida de Catarina de Aragão. Da chegada a Inglaterra, onde inicialmente se casou com o príncipe herdeiro Artur, tendo mais tarde, e com a morte de Artur, casado com Henrique, que seria o famoso rei Henrique VIII.
A vida de Catarina em Inglaterra não foi nada fácil, passou por diversas situações, onde a sua determinação foi sendo posta em causa ao longo dos tempos.
Não li este livro com tanto entusiasmo como outros da autora. Se calhar já começo a ficar um pouco “farto” do tema “Tudors” e também porque não li os livros da autora pela ordem que os deveria ler. Já tenho 4 ou 5 livros da autora, e esses livros são de certa forma, uma continuação de uns dos outros. Por isso, se não os lermos pela ordem “cronológica” da história, ficamos um pouco confusos com alguns factos históricos e assim sendo torna-se mais complicado entrosarmo-nos na história dos livros.
Não deixa de ser um livro bastante bom, e para quem gosta do género aconselho vivamente.
Bom (75%)
Nova derrota, após viagem inesquecível…
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Tinha prometido que não ia comentar mais nenhum jogo do campeonato da Fundação do Inatel aqui no meu blog. No entanto, não posso “deixar passar em claro” o que se passou no fim de semana passado. Deixo aqui para os meus leitores a minha crónica que escrevi no blog do clube.
Este ano ainda não tinha acontecido nenhuma peripécia, e eis que neste fim-de-semana aconteceu uma e das boas!!!
Tínhamos agendada uma difícil deslocação à povoação de Fornos a fim de defrontar a equipa do Manhôce. Para o efeito, foi reservado pela direcção do clube, o autocarro da Câmara. A numerosa claque, a minha esposa e mais 4 ou 5 familiares de jogadores, acomodaram-se confortavelmente junto dos jogadores, no dito autocarro. O que ninguém estava à espera é que o condutor do autocarro, com indicações de algum iluminado, que ainda hoje estou para descobrir, levou-nos para Castelo de Paiva. Resultado, fizemos uma viagem esgotante, para quê perguntam vocês, para chegarmos à conclusão de que afinal o jogo não era em Fornos freguesia de Castelo de Paiva, mas sim em Fornos freguesia de Santa Maria da Feira.
Com o início do jogo marcado para as 15 horas, só chegámos ao local do jogo por voltas das 16. Queria deixar aqui registado a amabilidade revelada por todos os intervenientes do jogo: equipa adversária, árbitros e polícia, por terem esperado por nós para a disputa do encontro.
Em relação ao jogo propriamente dito e após uma viagem de 3 horas, pode-se dizer que a equipa fez uma razoável exibição. O Manhôce iniciou melhor, começou a acercar-se da nossa baliza com algum perigo e foi com naturalidade que inaugurou o marcador mais ou menos a meio da primeira parte. Depois do golo, conseguimos reagir e já perto do final da primeira parte, conseguimos criar alguns lances de perigo, principalmente pelo nosso flanco esquerdo. Em dois desses lances na área do adversário, houve algumas dúvidas nas decisões do árbitro, em nosso prejuízo, como já é habitual.
O jogo chegou ao intervalo, com o marcador favorável à equipa da casa, resultado esse que se aceitava. No segundo tempo o Beira-Ria apostou mais no ataque. Revelou uma atitude mais pressionante e começou a ter algum ascendente no encontro. Logo no começo da segunda parte, tivemos dois lances flagrantes, com jogadores nossos isolados, para podermos igualar o marcador. A equipa galvanizou-se e continuou a empurrar a equipa contrária para a sua defensiva. No entanto, o Manhôce sempre que podia, aproveitava algum desguarnecimento da nossa parte mais defensiva, para criar alguns lances de perigo na nossa área, lances esses que o nosso guardião ia resolvendo com bastante classe.
Porém, num canto a favor da equipa anfitriã e já perto do fim do jogo, o Manhôce com alguma felicidade marca o segundo golo, num canto quase directo, tendo a bola ainda tocado no nosso guardião.
Restavam já poucos minutos para o fim do encontro, e num livre à entrada da área, um pouco descaído para a esquerda, o nosso médio Hugo, numa cobrança exemplar faz a bola entrar na baliza do adversário, reduzindo assim a diferença para vantagem mínima para a equipa do concelho de Santa Maria da Feira. Note-se que foi o nosso primeiro golo nesta segunda fase do campeonato da Fundação Inatel. Já não dava tempo para muito mais, o jogo terminou quase logo a seguir com o resultado favorável à equipa do Manhôce por duas bolas a uma.
Na minha opinião, penso que o resultado mais justo seria o empate, dadas as oportunidades criadas por ambas as equipas ao longo do encontro. No entanto, fica para a história uma nova derrota, terceira consecutiva e todas pela margem mínima. Dias melhores virão!!!
Tínhamos a intenção de dedicar a vitória ao nosso colega e amigo Márcio, que apesar do grande infortúnio por que passou nestes últimos dias, se deslocou com a equipa para ver o desafio. Infelizmente não conseguimos cumprir a promessa. Valeu o esforço evidenciado pela equipa.
O Beira-Ria alinhou da seguinte forma.
Guarda-Redes: Nuno Pinto;
Defesas: Tónio, Roque, Nuno e Leite;
Médios: Quim, Cunha (Cap) e Hugo;
Avançados: Álvaro, Cléber e Beto
Entraram: PSL, Soares, Eric e Nelson
Saíram: Beto, Leite, Quim e Álvaro
Treinador: João Nunes
Director: Joaquim Leal
Resultado Final: Manhôce 2- Beira-Ria 1
Ao Intervalo: 1-0
Marcador do Golo: Hugo

Foi sem dúvida uma viagem atribulada aquela que o Beira-Ria fez, a fim de defrontar a equipa do Manhôce.


Tags: beira ria, Castelo de Paiva, cunha, Fornos, Futebol, INATEL, Manhôce
A Ira de Deus
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Edward Paice

Novo ano, novo livro. Desta vez li o livro do autor Edward Paice, “Ira de Deus”. O livro retrata a maior catástrofe natural vivida em Portugal até hoje, o Grande Terramoto de Lisboa de 1755.
Foi para mim uma leitura difícil. Estou habituado a ler essencialmente romances históricos, e este livro pode-se dizer que é essencialmente um livro descritivo, mais do género documentário. Redigido por um escritor britânico, revela muitos pormenores sobre o relacionamento entre Portugal e Inglaterra, descrevendo fastidiosamente inúmeros dados dos gastos da altura, das importações e exportações entre Portugal e Inglaterra, se calhar demasiados no meu ponto de vista, o que tornou o livro um pouco aborrecido de ler.
Por triste coincidência, no período da minha leitura, aconteceu a tragédia no Haiti. O paralelismo entre os dois acontecimentos foi inevitável. De certa forma deu-me algum alento para continuar a ler o livro, até porque muito do que se passou foi comum nas duas tragédias. Apesar de se intervalarem por mais de 250 anos, o ser humano continua a ter os mesmos comportamentos, o desespero, os saques, o aproveitamento da situação, … Ao ver as imagens televisivas sobre o terramoto do Haiti, punha-me a imaginar no que se terá passado há 255 anos em Lisboa. De referir, que após o terramoto de Lisboa, houve um maremoto que matou mais umas centenas largas de pessoas e por fim ainda deflagrou um incêndio na cidade que durou uma semana, que acabou por destruir o que ainda tinha resistido às duas catástrofes anteriores. Pode-se dizer que foi um “três-em-um”.
O livro está dividido em três partes: no antes, com o subtítulo “Um império dourado”; no durante, “Um eixo de elementos”; e no após, “Repercussões”. É interessante saber que mesmo antes do terramoto, o país já se encontrava dum declínio evidente, devido a uma má regência por parte dos nossos gananciosos monarcas da altura, que gastavam desmesuradamente todas as riquezas provindas do Brasil, em interesses pessoais, não investindo essas mesmas riquezas no país, tornando-o dependente principalmente de Inglaterra, fazendo com que Portugal fosse considerado uma colónia inglesa. Aliás já nessa altura, e para vermos que já éramos considerados um povo muito limitado, na Europa dizia-se “à boca cheia” que um português era um espanhol mas sem as boas qualidades.
Resumindo e concluindo, para quem gosta de aprofundar um pouco mais os seus conhecimentos históricos desta altura, se conhecem bem a cidade de Lisboa e se têm referências de como era Lisboa antes do terramoto, então aconselho vivamente o livro, caso contrário torna-se um livro bastante maçador, demasiado detalhado para quem quer ter uma leitura mais ligeira.
Cotação: 45% (Suficiente -)
Tags: Cultura, Edward Paice, Haiti, Lisboa, Livros, Terramoto
O Caçador de Almas
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(John Darnton)

Já li mais um livro, até dá a ideia de que não tenho mais nada para fazer, tenho colegas que inclusive me questionam como é que tenho tempo para ler. Vou dizendo-lhes que vou arranjando uns momentos antes de adormecer para ir lendo a “catrefada” de livros que tenho nas minhas estantes.
Desta vez, o livro escolhido foi, O Caçador de Almas. Livro esse do escritor John Darnton, do qual já tinha lido O Pecado de Charles Darwin.
O livro conta a história de um rapaz que sofre um acidente invulgar, que o atira para uma cama de um hospital às portas da morte. A barreira ténue entre a vida e a morte, assim como a separação da alma do corpo, são assuntos tratados no livro. Assuntos esses polémicos, tratados por vezes exageradamente, pelo autor, tornando o livro um pouco fastidioso de ler. Na minha humilde opinião, se o livro tivesse menos 100 páginas, sem tantos pormenores médico-científicos, acho que se tornaria mais agradável de ler. Para ser sincero, gostei bastante mais do outro livro do autor “O Pecado de Charles Darwin”.
De qualquer forma, trata-se de um thriller médico interessante, onde se faz uma viagem ao interior das possibilidades da mente humana.
Cotação: 55% (Suficiente -)
Tags: Cultura, John Darnton, Livros, Mente, romance
Passagem do Ano
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Estive no aldeamento do Vilar dos Condes nesta passagem do ano e só posso dizer maravilhas. Foi tudo muito bom, desde a excelência das casas, extremamente confortáveis e decoradas com muito bom gosto, ao atendimento que foi simplesmente impecável. A D. Teresa e sua equipa revelaram um empenho assinalável, por dar aos seus hóspedes toda a atenção possível. E os pequenos-almoços??? Excelentes!!! A paisagem, com o rio Zêzere em fundo, 5 estrelas. De Inverno ou de Verão, devem visitar esta região, ficando alojados no Vilar dos Condes. MUITO BOM!!!

Aqui estou eu com a minha "cara metade".
Para mais informações sobre o local, consultem o site sobre as Aldeias do Xisto.
Vão ver que vai valer a pena.
Tags: Oleiros, Réveillon, Vilar dos Condes





